A Corte de Primeira Instância de Amã manteve uma decisão judicial de 2020 para dissolver o Sindicato dos Professores da Jordânia – maior associação trabalhista do reino.
O veredito sucede um recurso registrado pelo conselho da entidade sindical, contestando sentenças de um ano de prisão deferidas contra seus associados por “assembleia ilegal” e “incitação de ódio” em instituições de ensino.
A corte reduziu suas penas de um ano a três meses de prisão.
Fundado em 2011, o sindicato possui hoje 140 mil membros. Em 25 de julho de 2020, a entidade foi fechada pelas autoridades sob acusação de “desvio de recursos”.
Especialistas alertam que o governo se voltou contra o sindicato devido a supostos vínculos com a Irmandade Muçulmana.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Os Arquivos Epstein: Chantagem, poder e sombras geopolíticas
- Indonésia pode deixar o “Conselho da Paz” de Trump se a independência da Palestina não for alcançada
- Exército israelense arranca 200 videiras na Cisjordânia ocupada e invade cidades
- Palestina: Aumentam os apelos para proibir a entrada do presidente israelense na Austrália enquanto o parlamento debate uma moção
- Israel liberta 9 palestinos de Gaza após meses de detenção ilegal
- Em Jerusalém, Flávio Bolsonaro ataca Lula e reforça laços com Netanyahu
- Trump e a Venezuela: Treze vezes que os EUA impuseram mudanças de regime
- ‘Cuba cairá em breve’, afirma Trump após investida na Venezuela
- Novos ataques israelenses atingem o sul do Líbano, apesar de ‘cessar-fogo’
- Hamas insta Israel a devolver corpos palestinos, enterrados sem nome






