O brigadeiro-general Esmail Qaani, comandante das Forças al-Quds, unidade de elite da Guarda Revolucionária do Irã, declarou que Israel “não ousaria disparar uma única bala” contra o grupo pró-Teerã Hezbollah, radicado no Líbano.
Durante uma cerimônia pública, Qaani alertou para retaliação do Hezbollah sempre que um membro sofre um ataque.
Segundo o general iraniano, desde julho de 2020, quando o grupo ameaçou reagir à morte de um militante por um bombardeio israelense perto de Damasco, “não vimos no fronte sionista um único indivíduo em uniforme militar; todos fugiram”.
Qaani insistiu que o Hezbollah “infringiu derrotas à ocupação israelense no sul do Líbano”.
O comandante criticou ainda países que recorrem aos Estados Unidos para lidar com problemas domésticos e regionais. “A república islâmica, por outro lado, apesar de toda pressão que sofre, resistiu à América, defendeu sua dignidade e tornou-se um modelo de orgulho internacional”.
LEIA: Israel não fará nada contra o Líbano, afirma chefe do Hezbollah
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Trump sugere “acabar com o que restou” do Irã
- Manifestantes pedem que universidade de Bruxelas rompa parceria com empresa israelense ligada à defesa
- Rússia condena o assassinato do chefe de segurança de Teerã e de autoridades iranianas .
- Emirados Árabes Unidos alertam que atacar instalações de energia iranianas é uma “escalada perigosa”
- Primeiro-ministro britânico pede a demissão de ministro sombra por comentários sobre muçulmanos rezando em público
- Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
- Trump alerta que a OTAN enfrenta um “futuro muito ruim” se aliados se recusarem a apoiar a guerra dos EUA contra o Irã
- Economias do Golfo correm o risco da pior recessão desde a década de 1990 se a guerra com o Irã se prolongar
- Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alerta indústrias ligadas aos EUA na região para evacuarem devido a possíveis ataques
- Polônia critica Trump por enquadrar a OTAN como “eles” na disputa do Golfo






