O ministro da Defesa Nacional do Marrocos revelou que seus especialistas em segurança detectaram e frustraram quase 600 ataques cibernéticos em 2021, informou a Agência Anadolu.
Respondendo a uma pergunta escrita na Câmara dos Deputados, Abdellatif Loudiyi confirmou que a Direção Geral de Segurança de Sistemas de Informação (DGSSI) aumentou seu nível de vigilância e prontidão diante da escalada da tensão geopolítica. Crises como a guerra Rússia-Ucrânia, disse o ministro, levam a um aumento do risco de ameaças cibernéticas.
“Os incidentes de segurança cibernética são registrados, analisados e monitorados nos esforços contínuos para ser proativo na detecção de ataques cibernéticos”, acrescentou.
Tais ataques desempenham um papel cada vez mais influente na política em todo o mundo. Os governos desejam fortalecer sua infraestrutura de segurança digital e treinar pessoal relevante para lidar com invasões indesejadas dessa natureza.
LEIA: Órgão antinormalização de Marrocos pede anulação de laços com Israel
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- 1 em cada 5 amputados em Gaza é criança, alerta ONU em meio à crise de próteses
- Irã, a crise do poder dos EUA e o fim da narrativa imperial
- Hamas condena repressão israelense contra prisioneiras na prisão de Damon e pede ação internacional
- Itália investiga interceptação de flotilha de ajuda humanitária a Gaza
- Aoun afirma que negociações com Israel continuarão e descarta encontro com Netanyahu por ora
- Os EUA gastaram US$ 25 bilhões na guerra contra o Irã enquanto o Pentágono busca orçamento de US$ 1,5 trilhão
- Preços do gás natural na Europa sobem mais de 8% em meio a tensões sobre o fechamento do Estreito de Ormuz
- O sionismo como engrenagem global de dominação
- Embaixador britânico em Washington admite que a “relação especial” pertence a Israel, não ao Reino Unido
- UE considera sanções contra Israel por trigo ucraniano roubado






