O governo egípcio decidiu proibir a importação de tuk-tuks após uma iniciativa para substituí-los por meios de transporte mais seguros, informou a mídia egípcia na sexta-feira.
O ministro da Indústria e Comércio, Niveen Al-Qubbaj, compartilhou que os tuk-tuks serão substituídos por minivans movidas a gás natural em todo o país.
Em 2019, o governo egípcio ordenou que as fábricas egípcias que produziam peças para tuk-tuks parassem de produzi-las.
O porta-voz do governo Nader Saad explicou que os tuk-tuks seriam coletados pelo governo e destruídos para não serem reutilizados.
Ele também disse que os proprietários de tuk-tuk receberiam minivans e pagariam a diferença de preço com empréstimos bonificados.
Existem cerca de 2,5 milhões de tuk-tuks usados como meio de transporte no Egito e, de acordo com relatórios egípcios, apenas 10% possuem licenças.
LEIA: Egito mantém prisão de empresário acusado de financiar arqueologia ilegal
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Cisjordânia presencia “guerra silenciosa” em meio a níveis recordes de violência israelense, diz chefe da UNRWA
- Presidência do Irã divulga nomes de mortos em protestos antigovernamentais
- Ordens de expulsão do enviado sionista da África do Sul representam um golpe para a direita
- Índia e nações árabes pedem um Estado palestino independente e “paz duradoura” no Oriente Médio
- Irã afirma que existe caminho para acordo nuclear se a confiança com os EUA for reconstruída
- Brasil condiciona entrada no ‘Conselho de Paz’ a foco em Gaza e assento palestino
- Em Jerusalém, Flávio Bolsonaro ataca Lula e reforça laços com Netanyahu
- Flavio Bolsonaro no Muro das Lamentações pede ‘libertação do Brasil’
- Reabrir Rafah não significa permitir entrada de jornalistas, afirma Israel
- Trump e a Venezuela: Treze vezes que os EUA impuseram mudanças de regime






