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Egito impõe medidas contra funcionários públicos que recusam vacina

Profissional de saúde com um frasco da vacina contra o covid-19 Oxford-AstraZeneca, no Cairo, Egito, 4 de março de 2021 [KHALED DESOUKI/AFP via Getty Images]

O Egito impedirá todos os funcionários públicos que se recusarem a tomar as vacinas disponíveis contra o coronavírus de adentrarem em seu local de trabalho, confirmou Nader Saad, porta-voz do gabinete de governo.

“Qualquer funcionário que negar ser vacinado ou não trouxer um exame PCR de seu próprio bolso terá acesso restrito após certa data e será considerado ausente”, afirmou Saad.

“O governo implementou medidas mandatórias a todos acima de 18 anos vinculados ao processo de ensino, seja nos colégios ou universidades”, acrescentou.

Segundo Saad, o distanciamento social permanece em vigor nas instalações acadêmicas.

“O governo apresentou garantias de segurança ao próximo ano letivo, graças às medidas preventivas e ao avanço da vacinação entre professores e trabalhadores do setor técnico da educação, além de estudantes e funcionários das universidades”, reiterou.

Saad exortou todos os estudantes acima de 18 anos a se vacinarem.

Em meio à sua quarta onda de covid-19, o Egito registrou seu mais alto número de mortos em três meses. Casos estão em alta desde o início de setembro.

Segundo informações da rede Our World Data, o Egito — país com 100 milhões de habitantes — completou o processo vacinal de apenas 5.7% de sua população.

LEIA: Polônia envia mais de 100.000 doses da vacina AstraZeneca para o Egito

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