Dois ativistas azeris-iranianos de direitos humanos, detido no Irã, lançaram ontem (23) uma greve de fome contra a falta de aulas no idioma turco e discriminação na prisão.
As informações são da agência Anadolu.
Segundo fontes locais, Alireza Farshi, ativista turco-azeri de direitos humanos, condenado a quatro anos de prisão por “propaganda contra o regime” e “oposição ao regime”, iniciou sua greve de fome contra a discriminação sistêmica nas cadeias do país.
Abbas Lesani, ativista turco-azeri também aprisionado sob as mesmas alegações, deu início a sua greve de fome em solidariedade.
Ativistas turco-azeris protestam contra políticas discriminatórias de Teerã e reivindicam educação em seu idioma nativo, além de outros direitos constitucionais.
LEIA: Suposto abuso na famosa prisão do Irã é exposto por hackers
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- União Africana insta Israel a rescindir reconhecimento da Somalilândia
- Israel prende 22 mil em Jerusalém e Cisjordânia, em meio ao genocídio em Gaza
- Ao reforçar abuso, ministro de Israel invade prisão na Cisjordânia ocupada
- Defesa Civil de Gaza estima 8 mil corpos sob os escombros e 3 mil desaparecidos
- França busca censurar denúncias da cumplicidade com o genocídio em Gaza
- Presidente da Cruz Vermelha: ‘O que vimos em Gaza ultrapassa todas as normas legais, éticas, morais e humanitárias’
- Mãe e filha palestinas relatam revistas íntimas e condições severas em detenção israelense
- Embaixadora da Noruega no Iraque e na Jordânia renuncia devido a ligações com Epstein
- Chefe da agência nuclear iraniana sinaliza possível diluição do urânio enriquecido a 60% caso as sanções sejam suspensas
- Gaza luta para reconstruir casa de banhos de 900 anos






