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Parceria EUA-Arábia Saudita sustentou segurança no Oriente Médio, afirma Blinken

Antony Blinken, então vice-secretário do Departamento de Estado dos Estados Unidos, durante coletiva de imprensa na capital saudita Riad, em 7 de abril de 2015 [AHMED FARWAN/AFP via Getty Images]

O Secretário de Estado dos Estados Unidos Antony Blinken alegou em comunicado emitido nesta quarta-feira (22) que a parceria de seu país com a Arábia Saudita “sustentou a segurança da região” — isto é, do Oriente Médio.

A nota foi divulgada para celebrar o Dia Nacional Saudita, que marca a fundação da monarquia árabe sob a dinastia dos Saud, em 23 de setembro de 1932.

“Em nome dos Estados Unidos da América, parabenizo o Reino da Arábia Saudita na ocasião de seu Dia da Pátria”, afirmou Blinken. “[Washington e Riad] compartilham oito décadas de parceria, cooperação e amizade mútua”, acrescentou.

“A força de nossos laços impulsionou a prosperidade de nossas nações e sustentou a segurança de toda a região”, enfatizou o chanceler americano.

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Em seguida, comprometeu-se: “Estamos expandindo nossa colaboração, incluindo ao abordar os desafios da crise climática e apoiar uma resposta internacional à pandemia de covid-19, além de fomentar a recuperação econômica de todo o planeta”.

“Trabalhamos juntos para tratar de questões de segurança em comum e para forjar um futuro de paz e prosperidade econômica”, prosseguiu Blinken.

Não obstante, o governo do atual presidente americano Joe Biden mudou drasticamente sua retórica sobre o reino saudita desde sua posse, em janeiro de 2021.

Em campanha, o candidato democrata chegou a descrever a monarquia como “estado pária”, ao insistir em puní-la pelo assassinato de Jamal Khashoggi, colunista do Washington Post executado dentro do consulado saudita em Istambul.

Como presidente, Biden abandonou sua promessa de instituir sanções contra Riad, sob pretexto de custos diplomáticos altos demais.

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