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Palestinos na Cisjordânia e Israel unem-se por Al-Aqsa

Manifestantes palestinos montam barricadas em meio à forte repressão da ocupação israelense, no posto de controle de Hawara, ao sul da cidade de Nablus, Cisjordânia ocupada, 8 de maio de 2021 [Jaafar Ashtiyeh/AFP via Getty Images]
Manifestantes palestinos montam barricadas em meio à forte repressão da ocupação israelense, no posto de controle de Hawara, ao sul da cidade de Nablus, Cisjordânia ocupada, 8 de maio de 2021 [Jaafar Ashtiyeh/AFP via Getty Images]

Centenas de palestinos tomaram as ruas nas cidades de Ramallah, Nablus, al-Bireh, Qalandia e outras, na Cisjordânia ocupada, para manifestar solidariedade ao complexo da Mesquita de Al-Aqsa, sob brutal ataque conduzido por forças israelenses.

Israel reprimiu violentamente uma congregação a caminho do posto de controle militar de Qalandia, que liga Cisjordânia e Jerusalém. A Autoridade Palestina (AP), sob liderança de Mahmoud Abbas, reprimiu um protesto contra a ocupação em Ramallah.

No território considerado Israel — isto é, ocupado via limpeza étnica na ocasião da Nakba ou “catástrofe”, em 1948 —, cidadãos palestinos saíram às ruas em diversas cidades, incluindo Haifa, Al Ramla e Lod. Colonos extremistas judeus atacaram os manifestantes.

A agressão israelense resultou em um palestino morto na cidade de Lod.

LEIA: Netanyahu defende agressão policial israelense contra palestinos

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