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África do Sul condena ataques e oposição quer suspender relações diplomáticas com Israel

Ministra Grace Naledi Mandisa Pandor, do Departamento de Relações e Cooperação Internacional da África do Sul [Dirco Media Briefing]
Ministra Grace Naledi Mandisa Pandor, do Departamento de Relações e Cooperação Internacional da África do Sul [Dirco Media Briefing]

O Departamento de Relações e Cooperação Internacional da África do Sul (Dirco, na sigla em inglês) condenou veementemente os ataques de Israel à Al-Aqsa e aos moradores de Sheikh Jarrah.

“Causa perplexidade que durante estes tempos sem precedentes em que a comunidade internacional direciona seus esforços contra a ameaça da pandemia de covid-19, que Israel exploda a situação ao avançar em sua anexação de fato das terras palestinas, afirma a declaração da ministra do Dirco, Grace Naledi Mandisa Pandor.

Mesmo assim, o partido político Combatentes por Liberdades Econômicas ( EFF na sigla em inglês) diz que o Congresso Nacional Africano (ANS, na sigla em inglês) assumiu uma “posição fraca” sobre o assunto, com os Boinas Vermelhas buscando um encontro com a Embaixada Palestina na segunda-feira.

No domingo, representantes do EFF exigiram o fechamento completo da Embaixada de Israel na África do Sul. Eles também estão fazendo lobby para a remoção do embaixador de Mzansi de Israel, solicitando que a delegação volte para casa.

“O estado sionista de Israel despreza o período de jejum do Sagrado Ramadã para se envolver em conduta criminosa internacional e repulsiva. Apelamos ao governo sul-africano para fechar a Embaixada de Israel – e reconvocar nossa própria representação de Tel Aviv.” – afirma a declaração, ressaltando que “este é um momento para uma ação decisiva”.

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