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Irã pede que Israel adira à Convenção de Armas Químicas e critica resolução contra a Síria

O logotipo da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPCW, na sigla em inglês) no prédio da sede, em 24 de junho de 2020, em Haia, Holanda [Yuriko Nakao/Getty Images]
O logotipo da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPCW, na sigla em inglês) no prédio da sede, em 24 de junho de 2020, em Haia, Holanda [Yuriko Nakao/Getty Images]

O embaixador do Irã e representante permanente na Organização das Nações Unidas (ONU), Majid Takht Ravanchi, fez um apelo para obrigar Israel a aderir à Convenção de Armas Químicas.

Na sexta-feira, a Agência de Notícias da República Islâmica (IRNA) citou o discurso de Ravanchi durante a reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre armas químicas na Síria na quinta-feira. Ravanchi, em seu discurso, declarou que as ações tomadas com base em objetivos políticos enfraqueceram as capacidades e o status da Convenção de Armas Químicas e da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ).

O funcionário iraniano considera que a exploração por alguns países da Convenção de Armas Químicas e o esforço político da OPAQ para atingir seus objetivos nacionais são alguns dos desafios que o multilateralismo enfrenta, ao mesmo tempo que enfraquecem gravemente o tratado e levam a uma crise de legitimidade e confiança.

Ravanchi também criticou os princípios técnicos e jurídicos emanados da recente conferência de membros do Estado sobre a Síria, observando que alguns países ocidentais têm objetivos políticos específicos a atingir a esse respeito.

Ele vê a resolução contra Damasco como tendenciosa e inconsistente com as disposições e objetivos da convenção, e apontou que o Irã é a maior vítima do uso generalizado de armas químicas na história contemporânea. Ravanchi concluiu afirmando: “Condenamos mais uma vez nos termos mais fortes possíveis o uso de armas químicas por qualquer pessoa, em qualquer lugar e sob quaisquer circunstâncias”.

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