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Jordânia condena o assédio da polícia de Israel aos cristãos perto da Igreja do Santo Sepulcro

Cristãos ortodoxos reunidos acenderam velas ao redor do Edicule, que tradicionalmente se acredita ser o local do sepultamento de Jesus Cristo, durante a cerimônia do Fogo Sagrado na igreja do Santo Sepulcro de Jerusalém, em 1º de maio de 2021. [Emmanuel Dunand/ AFP via Getty Images]
Cristãos ortodoxos reunidos acenderam velas ao redor do Edicule, que tradicionalmente se acredita ser o local do sepultamento de Jesus Cristo, durante a cerimônia do Fogo Sagrado na igreja do Santo Sepulcro de Jerusalém, em 1º de maio de 2021. [Emmanuel Dunand/ AFP via Getty Images]

A Jordania condenou no sábado a perseguição da polícia israelense aos fiéis cristãos que tentavam chegar à Igreja do Santo Sepulcro na cidade ocupada de Jerusalém para participar das celebrações da véspera da Páscoa.

“O reino condena e rejeita a polícia israelense que obstrui a chegada de cristãos à Igreja do Santo Sepulcro para participar das celebrações do Sábado Santo, e ataca vários deles”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Jordânia, Dhaifallah Al-Fayez anunciado em um comunicado.

Al-Fayez pediu às autoridades israelenses na cidade ocupada de Jerusalém Oriental que respeitem o status quo histórico e legal da cidade e não impeçam a prática de rituais religiosos de acordo com o direito internacional.

Ele também exigiu: “Parar de assediar os habitantes de Jerusalém, sejam aqueles que desejam chegar à mesquita de Al-Aqsa, especialmente no abençoado mês do Ramadã, ou chegar às igrejas de Jerusalém”

Al-Fayez apelou à comunidade internacional para: “Assumir a sua responsabilidade de colocar pressão sobre Israel para que pare com as suas contínuas violações em Jerusalém.”

No início do sábado, a polícia israelense atacou dezenas de cristãos, incluindo monges, que tentaram chegar à Igreja do Santo Sepulcro para participar das celebrações da Páscoa.

Concluindo sua entrevista, ele destacou que as eleições devem ser realizadas antes do final do ano, destacando que a maioria dos palestinos deseja exercer seus direitos e escolher seus líderes.

LEIA: Judeus ortodoxos tentam queimar a igreja de Jerusalém

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