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Hemedti do Sudão exige saída imediata de mercenários da Líbia

O vice-chefe do conselho militar sudanês, Mohamed Hamdan Dagalo, faz um discurso após assinar um acordo com os líderes do protesto em Cartum em 17 de julho de 2019. [Ebrahim Hamid/AFP via Getty Images]
O vice-chefe do conselho militar sudanês, Mohamed Hamdan Dagalo, faz um discurso após assinar um acordo com os líderes do protesto em Cartum em 17 de julho de 2019. [Ebrahim Hamid/AFP via Getty Images]

O vice-presidente do Conselho de Soberania do Sudão, o tenente-general Mohamed Hamdan Dagalo, conhecido como Hemedti, enfatizou a necessidade de todos os mercenários deixarem a Líbia.

Falando durante uma reunião com o presidente do Alto Conselho de Estado da Líbia, Khalid Al-Mishri, no Níger, Dagalo disse no sábado que se algum lutador sudanês estiver presente na Líbia sem a permissão das autoridades líbias, ele é considerado um mercenário.

Por outro lado, Dagalo destacou a importância de uma cooperação positiva entre os dois países em diferentes campos, especialmente segurança e proteção de fronteiras, e parabenizou Al-Mishri pelo sucesso do Estado na unificação do poder executivo.

Al-Mashri destacou a profundidade das relações entre os dois países, expressando sua aspiração de estabelecer relações nos níveis político, econômico e de segurança.

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Ele pediu mais cooperação e coordenação entre os dois lados e expressou seu apreço pelos esforços do Sudão com o objetivo de estabilizar a situação de segurança na Líbia.

De acordo com estimativas divulgadas pela missão da ONU na Líbia, existem cerca de 20.000 forças estrangeiras e mercenários na Líbia, em violação da soberania nacional.

O Governo de Unidade Nacional da Líbia pediu recentemente a todos os mercenários e forças estrangeiras que se retirassem imediatamente do país.

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