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Egito nega acusações de surto de covid-19 em suas prisões

Mulher mede a temperatura corporal de um visitante na prisão feminina de al-Qanatir, em 27 de novembro de 2020. [Khaled Desouki/AFP via Getty Images]
Mulher mede a temperatura corporal de um visitante na prisão feminina de al-Qanatir, em 27 de novembro de 2020. [Khaled Desouki/AFP via Getty Images]

Uma fonte de segurança egípcia negou as informações que circulam nas páginas do Facebook afiliadas à ilegal Irmandade Muçulmana (MB) acerca de um surto de covid-19 nas prisões, levando a várias mortes.

“O que circulou a esse respeito é totalmente infundado e não há casos suspeitos, nem presos infectados, nem mortes pelo vírus nas prisões egípcias”, destacou a fonte.

No mesmo contexto, a fonte disse que “isso surge como parte das tentativas feitas pelos meios de comunicação do grupo terrorista para espalhar mentiras e incitar a opinião pública contra as autoridades”.

A fonte destacou ainda que “o setor penitenciário oferece aos internos os cuidados de saúde necessários”, lembrando que “todas as medidas preventivas e cautelares são mantidas dentro das prisões”.

As prisões egípcias estão superlotadas e têm péssimos padrões de higiene, com os detidos sendo forçados a compartilhar materiais de higiene. Desde a eclosão da pandemia, grupos de direitos humanos têm repetidamente pedido às autoridades que libertem presos políticos para reduzir o risco de infecção.

Em junho, casos de coronavírus foram detectados na prisão masculina de Al-Qanater, de acordo com a organização de direitos humanos We Record.

LEIA: Nova campanha pede soltura de prisioneiros doentes e idosos, no Egito

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