O número de mortos pelo novo coronavírus na Tunísia chegou a três pessoas, confirmou hoje (22) o Ministro da Saúde Abdellatif Mekki em declaração oficial. As informações são da Agência Anadolu.
Mekki relatou que um homem idoso faleceu do coronavírus na capital Túnis. O país norte-africano havia confirmado sua primeira morte na última quinta-feira (19).
A Tunísia registrou 60 casos de coronavírus até então e lançou uma campanha de quarentena nacional como parte das medidas para conter o contágio.
O vírus, que causa a doença conhecida como Covid-19, surgiu na cidade de Wuhan, China, em dezembro último, e espalhou-se para ao menos 170 países e territórios, segundo dados compilados pela Universidade John Hopkins, referência em medicina nos Estados Unidos.
Em escala global, mais de 307.000 casos foram confirmados, resultando em mais de 13.000 mortos e mais de 92.000 pessoas recuperadas.
Apesar do número de casos que cresce exponencialmente, a grande maioria das pessoas que contrai o vírus sofre de sintomas leves e então se recupera.
LEIA: Tunísia considera suspender voos à Itália devido aos riscos do coronavírus
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Tendências
- Chefe de direitos humanos da ONU afirma que tratores israelenses continuam nivelando Gaza “sem respeito pelos mortos”
- Defensor de longa data da Palestina, Liam Cunningham critica Ed Sheeran após retirada de Macklemore da turnê
- Human Rights Watch e Anistia Internacional pedem à UE que proíba comércio com assentamentos israelenses
- ONU afirma que mulheres na Cisjordânia enfrentam riscos maiores em meio à violência e às restrições
- Ministro israelense de extrema direita anuncia 1.000 novas unidades habitacionais em assentamentos após sanções comerciais
- Aliados de Trump defendem retaliação “Israel em primeiro lugar” contra o Reino Unido às custas dos americanos
- Oposição italiana critica governo por não aderir a sanções contra assentamentos israelenses ilegais
- Tribunal militar israelense condena jornalista palestino a 4 anos por ‘incitação’
- GAFP condena proibição de entrada de Israel contra seu presidente, o deputado Jeremy Corbyn, e outras figuras públicas britânicas






