Uma corte israelense decidiu neste domingo (15) adiar o julgamento do Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu, acusado de corrupção, para o dia 24 de maio, devido a receios relacionados ao novo coronavírus. As informações são da Agência Anadolu.
A decisão ocorre um dia depois do Ministro da Justiça de Israel Amir Ohana declarar estado de emergência nos tribunais do país devido ao surto da doença. “Toda a atividade judiciária será suspensa em Israel, exceto audiências urgentes”, afirmou Ohana em declaração divulgada no sábado (14).
Até então, autoridades de Israel confirmaram 200 casos de coronavírus no país.
O julgamento de Netanyahu estava previsto para começar em 17 de março.
Na última semana, o Tribunal Central de Israel em Jerusalém Oriental rejeitou o pedido de Netanyahu em adiar o julgamento. O premiê israelense enfrenta acusações de corrupção em três casos distintos, incluindo propina, abuso de autoridade e fraude. Netanyahu nega qualquer delito.
LEIA: Jornal israelense nomina plano do governo de “estrada do apartheid” na Cisjordânia
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Tendências
- Chefe de direitos humanos da ONU afirma que tratores israelenses continuam nivelando Gaza “sem respeito pelos mortos”
- Defensor de longa data da Palestina, Liam Cunningham critica Ed Sheeran após retirada de Macklemore da turnê
- Human Rights Watch e Anistia Internacional pedem à UE que proíba comércio com assentamentos israelenses
- ONU afirma que mulheres na Cisjordânia enfrentam riscos maiores em meio à violência e às restrições
- Ministro israelense de extrema direita anuncia 1.000 novas unidades habitacionais em assentamentos após sanções comerciais
- Aliados de Trump defendem retaliação “Israel em primeiro lugar” contra o Reino Unido às custas dos americanos
- Oposição italiana critica governo por não aderir a sanções contra assentamentos israelenses ilegais
- Tribunal militar israelense condena jornalista palestino a 4 anos por ‘incitação’
- GAFP condena proibição de entrada de Israel contra seu presidente, o deputado Jeremy Corbyn, e outras figuras públicas britânicas






