Metade dos estudantes palestinos formados em universidades no ano de 2018 ainda estão desempregados, revelou ontem um estudo divulgado pelo Escritório Central de Estatísticas da Palestina, órgão público do governo palestino.
De acordo com a pesquisa, a taxa de desemprego entre graduados alcançou 50 por cento no fim de 2018, comparado a 31 por cento no que se refere à taxa de desemprego da população geral na Cisjordânia e na Faixa de Gaza.
A pesquisa, conduzida pelo órgão público palestino, revela que cerca de 40.000 pessoas entram no mercado de trabalho anualmente. Em contrapartida, o mercado de trabalho palestino não consegue absorver mais de 8.000 trabalhadores por ano.
Estes dados significam que há uma enorme diferença entre o número de jovens com diploma ou formação profissional qualificada e os trabalhos oferecidos pelo mercado local anualmente.
O estudo também demonstrou um declínio significativo na qualidade da educação universitária. O mercado de trabalho palestino também carece de treinamento específico para suprir suas necessidades, acrescenta o relatório.
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