Os Estados Unidos posicionaram sistemas antiaéreos adicionais, do tipo Patriot e THAAD, no Oriente Médio, sob avaliações de inteligência de instabilidade do regime iraniano, em meio a um mês de protestos contra a crise econômica.
De acordo com o New York Times, oficiais americanos justificaram a movimentação para “proteger” unidades americanas de eventual retaliação, caso o presidente Donald Trump decida aproveitar a janela por mudança de regime.
Manifestações eclodiram no Irã em dezembro, a partir do Grand Bazar da capital, contra a carestia e desvalorização da moeda. Desde então, Estados Unidos e Israel ameaçaram atacar o país, sob pretexto da repressão aos protestos.
Lindsey Graham, senador republicano pela Carolina do Sul, recentemente discutiu Teerã com Trump, ao instar ações: “O objetivo é acabar com o regime. Eles podem até parar de matar [sic], mas se estiverem no poder no mês que vem, vai acontecer de novo”.
Segundo Karoline Leavitt, secretária de imprensa da Casa Branca, Trump segue informado sobre a matéria.
De sua parte, o presidente insistiu que uma investida militar permanece sobre a mesa, ao descrever o envio de um batalhão ligado ao porta-aviões USS Abraham Lincoln como uma “armada”. As remessas incluem ainda aviões F-15E e mísseis de longa distância.
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