O exército israelense decidiu retomar suas operações militares na cidade de Jenin e em seu campo de refugiados, no norte da Cisjordânia ocupada, menos de um mês após lançar uma brutal ofensiva por terra e ar contra a região, reportou a emissora em hebraico Canal 14.
Segundo a reportagem, Tel Aviv deu à Autoridade Palestina (AP) a “oportunidade” de conter a “situação de segurança” em Jenin. No entanto, segundo a versão israelenses, as forças de segurança palestinas se recusaram a invadir o campo e combater a resistência, sob risco de que a “infraestrutura armada” danificada pela invasão seja restaurada.
Fontes de segurança da ocupação declararam “decepção” com a performance da Autoridade Palestina em Jenin, de modo que os establishments político e militar, incluindo o serviço de inteligência doméstica Shin Bet, consentiram em retornar à região.
No começo de julho, Israel conduziu um massacre em Jenin, ao utilizar helicópteros, drones e infantaria. Catorze palestinos morreram, incluindo quatro crianças. A frágil infraestrutura do campo ficou devastada.
LEIA: Refugiados de Jenin: Deslocados ontem, resistindo hoje e amanhã
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