Dezoito médicos faleceram no Egito desde janeiro deste ano, devido ao excesso de trabalho e exaustão, reportou o sindicato da categoria no estado norte-africano.
A entidade reiterou a alarmante média de dois óbitos por mês, comparado a um total de três mortes em 2018, onze em 2019, sete em 2020 e dez no último ano, sem qualquer relação com a pandemia de coronavírus.
O Sindicato Geral de Médicos advertiu que os profissionais se sentem obrigados a trabalhar por turnos mais longos devido à falta de pessoal em alguns hospitais e baixa remuneração, que os força a buscar mais de um emprego para subsistência.
O Egito é governado pelo regime militar de Abdel Fattah el-Sisi e recebeu duras críticas por sua abordagem à crise sanitária do covid-19.
LEIA: As violações trabalhistas nas políticas de emprego das empresas estatais do Egito
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