O ex-prisioneiro palestino Zaid Al-Kilani, da cidade ocupada de Nablus, morreu, na segunda-feira (16), de câncer, menos de um mês depois de ter sido libertado das prisões israelenses.
Sua família disse à mídia que ele morreu em decorrência da “negligência médica deliberada israelense na prisão”.
Al-Kilani foi liberado em meados do mês sagrado do Ramadã, pouco antes de ser transferido para o hospital, onde foi diagnosticado com câncer de estágio 4.
O mártir palestino foi preso sete vezes desde 2007, passando um total de quatro anos e meio nas prisões da ocupação, a maioria sob detenção administrativa – sem acusação ou julgamento.
O Clube dos Prisioneiros Palestinos culpou as autoridades israelenses pela morte de Al-Kilani.
“Kilani foi martirizado como resultado do crime de negligência médica deliberada da administração penitenciária israelense”, disse o órgão em um comunicado, ressaltando que ele foi diagnosticado com “estágios posteriores de câncer logo após sua libertação”.
LEIA: Matar líderes da resistência não matará a vontade ou o direito de resistir à ocupação de Israel
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