Os juízes israelenses no processo de corrupção do ex-primeiro-ministro Benjamin Netanyahu rejeitaram ontem um pedido para adiar o julgamento até depois dos feriados judaicos em setembro, informou o Ynet News.
Os advogados de Netanyahu alegaram que o adiamento lhes daria tempo suficiente para estudar o material da acusação no Caso 4000.
No entanto, a mídia israelense informou que os juízes concordaram com um adiamento de apenas três semanas.
Netanyahu está envolvido em quatro escândalos políticos: Caso 1000, que envolve alegações de que ele e sua esposa aceitaram presentes ilegais de empresários; Caso 2000, que acusa Netanyahu de tentar comprar cobertura jornalística favorável; O caso 3000, também conhecido como o “escândalo do submarino”, de compra de embarcações navais e submarinos de uma empresa alemã com milhões em suborno nas negociações para lucro pessoal; e o Caso 4000, no qual um associado próximo de Netanyahu é suspeito de fornecer informações privilegiadas à maior empresa de telecomunicações de Israel.
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