O Hamas acusou ontem a ocupação israelense de cometer crimes de guerra organizados contra locais sagrados muçulmanos e adoradores desarmados em Jerusalém.
Em um comunicado, o chefe da Divisão de Mídia do Hamas no Exterior, Rafat Morra, apontou que as forças de ocupação israelenses estavam atirando diretamente granadas de choque e balas de metal revestidas de borracha contra os fiéis palestinos na mesquita de Al-Aqsa, colocando suas vidas em sério risco.
O funcionário do Hamas enfatizou que o povo palestino tem o direito de defender suas terras e locais sagrados e enfrentar os esquemas e crimes israelenses cometidos por grupos de colonos israelenses.
Enquanto isso, o chefe do Bureau Político do movimento, Ismail Haniyeh, disse que “a conexão entre Gaza e Jerusalém é estável e imutável”.
“O palestino vencerá no final”, enfatizou Haniyeh.
LEIA: Palestinos na Cisjordânia e Israel unem-se por Al-Aqsa
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Flavio Bolsonaro no Muro das Lamentações pede ‘libertação do Brasil’
- Como Omã passou de mediador a parceiro saudita na guerra do Iêmen?
- 3.3 milhões de deslocados retornam a nove estados no Sudão, reporta ONU
- Reabrir Rafah não significa permitir entrada de jornalistas, afirma Israel
- Em novo reforço, EUA enviam sistemas balísticos ao Oriente Médio
- Trump lança oficialmente seu ‘Conselho da Paz’, ao prometer ir além de Gaza
- Venezuela, Groenlândia e Irã: Principais conclusões
- Blog Décadas de esquecimento e o Conselho de Paz de Trump
- Bebê palestino morre de frio em Gaza sitiada — inverno soma nove vítimas
- Davos retira convite a chanceler iraniano por repressão aos protestos






