A estatal dos Emirados Árabes Unidos, Etihad Airways, mostrou ontem, em sua conta oficial do Twitter em inglês, um vídeo que exibe desenho do Segundo Templo para promover o turismo em Israel.
O post foi removido horas depois, após críticas generalizadas.
O jornal israelense Haaretz divulgou o vídeo e disse que a filmagem mostra um membro da tripulação apresentando um guia rápido da cidade de Tel Aviv. Com um pequeno gráfico aparecendo que diz “Segundo Templo”, em referência ao templo que Israel afirma ter sido destruído pelos romanos em 70 EC.
O vídeo também mostrou um antigo beco aparentemente da Cidade Velha de Jerusalém, como parte das atrações turísticas de Israel.
A Etihad anunciou que começaria a oferecer voos diretos para Israel a partir de março do próximo ano.
LEIA: Acadêmico do Kuwait pede boicote contra empresas árabes que lucram com Israel
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Tendências
- Médico que atuou em Gaza conquista vaga no Congresso dos EUA por Nova Jersey
- Abdul El-Sayed apoia proposta de Trump para cortar ajuda a Israel e diz estar disposto a trabalhar com o presidente
- Ruwa Romman se torna a primeira palestino-americana eleita para o Senado Estadual da Geórgia
- Autoridade iraniana afirma que país impôs derrotas militares e políticas a Trump após eleições de meio de mandato nos EUA
- Enchentes deixam 5 mortos, incluindo 4 crianças, e 5 desaparecidos na Síria
- Vitória de Lula, por si só, não basta para enfraquecer o domínio dos EUA e de Israel sobre a América Latina
- Líderes da oposição israelense Bennett e Eisenkot discutem formação de governo “o mais rápido possível”
- Soldado israelense é acusado de espionar para o Irã em troca de criptomoedas
- Escalada no Iêmen deixa quase 1.700 mortos e mais de 7 mil feridos desde agosto, alerta agência da ONU






