Nabil al-Baraqoun, pediatra consultor e presidente da Rede Neonatal de Gaza, alertou nesta quarta-feira (19) que os frequentes cortes no fornecimento de energia elétrica ameaçam a vida de 120 bebês recém-nascidos, que dependem de incubadoras para tratamento intensivo em hospitais palestinos.
Al-Baraqoun explicou que 135 incubadoras neonatais dependem de energia elétrica e observou que os frequentes cortes e uso de fontes alternativas podem danificar instrumentos médicos, como incubadoras, equipamento de ressuscitação e respiradores, sob risco de complicação e mesmo morte de bebês e outros pacientes.
O oficial de saúde de Gaza reiterou que o uso de fontes alternativas de energia, como geradores e energia solar, não consegue suprir ainda a potência utilizada pelas incubadoras.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Ordens de expulsão do enviado sionista da África do Sul representam um golpe para a direita
- Presidência do Irã divulga nomes de mortos em protestos antigovernamentais
- Irã afirma que existe caminho para acordo nuclear se a confiança com os EUA for reconstruída
- Índia e nações árabes pedem um Estado palestino independente e “paz duradoura” no Oriente Médio
- Cisjordânia presencia “guerra silenciosa” em meio a níveis recordes de violência israelense, diz chefe da UNRWA
- Líbia atinge maior índice de produção de petróleo em 12 anos, em 2025
- ‘Conselho da Paz’: Uma ONU paralela sob hegemonia absoluta dos EUA
- Apagão de internet no Irã causa perdas diárias de US$20 milhões
- Polícia prende cem durante ato pró-Palestina em frente a cadeia de Londres
- Egito rejeita demandas de Israel sobre abertura de Rafah; acordo segue suspenso






