Tempestades e enchentes resultaram na morte de ao menos cinco pessoas e destruíram 2.382 casas por todo o Sudão, reportou o Ministério do Interior do país norte-africano.
A nota do ministério esclareceu que, no domingo (2), cinco pessoas morreram e duas ficaram feridas devido às pesadas chuvas e inundações que incorreram sobre o país.
Segundo a declaração, até 1.110 casas foram completamente destruídas; 1.272 casas foram parcialmente destruídas na ocasião do desastre natural.
O ministério acrescentou que as condições do tempo destruíram também 26 instalações de ensino e mesquitas, além de 78 lojas, e resultaram na morte de 41 animais.
No decorrer dos últimos dois dias, a capital sudanesa Cartum foi atingida por tempestades severas, à medida que inundações tomaram ruas e casas da região leste da cidade.
O período de chuvas no Sudão dura de maio a novembro.
LEIA: Aumento de preços atinge o Sudão durante feriado islâmico
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Fornecimento de gás iraniano para o Iraque é interrompido após ataque às instalações de gás de South Pars
- Primeiro-ministro britânico pede a demissão de ministro sombra por comentários sobre muçulmanos rezando em público
- A violência israelense na Cisjordânia aumenta à medida que a guerra com o Irã muda o foco global
- De nômades do deserto a deslocados internos: a Nakba contínua dos beduínos
- Colonos israelenses são acusados de agredir sexualmente palestino na frente da família
- Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
- Trump alerta que a OTAN enfrenta um “futuro muito ruim” se aliados se recusarem a apoiar a guerra dos EUA contra o Irã
- Economias do Golfo correm o risco da pior recessão desde a década de 1990 se a guerra com o Irã se prolongar
- Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alerta indústrias ligadas aos EUA na região para evacuarem devido a possíveis ataques
- Polônia critica Trump por enquadrar a OTAN como “eles” na disputa do Golfo






