As forças de ocupação israelenses mataram 84 palestinos durante o primeiro semestre de 2019, incluindo oito mulheres e 19 crianças, conforme informou ontem a Fundação para o Cuidado das Famílias dos Mártires.
Segundo a organização, 59 mártires foram mortos em Gaza e 25 foram mortos em Jerusalém e Cisjordânia ocupada.
Entre os alvejados, estavam duas crianças por nascer; Abdullah Abu Arar e Ayman Al-Madhoun, que foram mortos em Gaza nos dias 4 e 5 de maio.
A organização acrescentou que as forças de ocupação também estão retendo os corpos de 12 palestinos, elevando para 266 o número de corpos que Israel se recusou a devolver às suas famílias para enterro.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Itamaraty condena tratamento degradante aos ativistas da flotilha
- Itália convoca embaixador israelense após Ben-Gvir ser filmado zombando de detidos da flotilha de Gaza
- Ativistas pró-Palestina realizam protesto na reitoria de universidade belga, exigindo boicote acadêmico total a Israel
- Polônia exige ‘justiça’ para seus cidadãos na flotilha após tratamento israelense
- Espanha convoca encarregado de negócios israelense por tratamento “monstruoso” de ativistas da flotilha de Gaza
- Os 78 anos da Nakba e o colapso do projeto sionista
- Emirados Árabes Unidos pagaram US$ 6 milhões a empresa de gestão de reputação ligada a encobrimento de Epstein para abafar relatório prejudicial sobre embaixador
- A anti-Nakba: o espírito de Gaza em resposta ao genocídio
- Polícias da China, EUA e Emirados Árabes Unidos realizam primeira operação conjunta em Dubai contra fraudes em telecomunicações e online
- Presidente iraniano elogia vizinhos por impedirem ‘uso indevido de território’ contra o Irã






