Abdul El-Sayed apoia proposta de Trump para cortar ajuda a Israel e diz estar disposto a trabalhar com o presidente

2 horas ago

Warning: foreach() argument must be of type array|object, null given in /www/wwwroot/monitordooriente.com/wp-content/plugins/amp/includes/templates/class-amp-post-template.php on line 236
O democrata Abdul El-Sayed faz declarações em Detroit, Michigan, Estados Unidos, em 4 de novembro de 2026. [Katie McTiernan – Agência Anadolu]

Abdul El-Sayed, o primeiro muçulmano-americano eleito para o Senado dos EUA, manifestou apoio na quinta-feira às declarações do presidente Donald Trump sobre o corte da ajuda a Israel. Ele afirmou que Washington deveria parar de financiar um Exército acusado de cometer atrocidades com armas americanas, informa a Agência Anadolu.

El-Sayed disse à MS NOW que concordava com a posição de Trump e estava disposto a trabalhar com o presidente para encerrar a assistência militar dos EUA a Israel.

“Concordo com ele nesse ponto. Não acho que devamos continuar subsidiando um Exército estrangeiro que cometeu as piores atrocidades com o nosso dinheiro. Concordo. Gostaria muito de trabalhar com ele para fazer isso”, afirmou.

El-Sayed, eleito na terça-feira, ressaltou a importância de distinguir o judaísmo e o povo judeu das ações de Israel e rejeitou as tentativas de apresentar críticas a Israel como ódio aos judeus.

Ele apontou as políticas de Israel na Cisjordânia ocupada e as restrições ao acesso a recursos básicos na Faixa de Gaza, reiterando sua caracterização da guerra como genocídio.

“Dizem que, se você quiser se posicionar contra o assassinato de crianças palestinas inocentes, isso de alguma forma significa ódio contra alguém”, afirmou o senador eleito. “Trata-se de demonstrar o mesmo amor por essas crianças palestinas.”

El-Sayed também afirmou estar comprometido com a proteção de crianças e famílias judias nos Estados Unidos, recorrendo à sua experiência como pai muçulmano preocupado com a segurança dos próprios filhos.

Sobre Trump, El-Sayed disse estar disposto a trabalhar com qualquer pessoa, argumentando que a política deveria se concentrar na aplicação do Estado de Direito e em atender às necessidades da população americana, em vez de promover represálias políticas.

“Quero falar sobre uma coisa, porque acho que as pessoas veem nossa política como um jogo em que você busca se vingar do outro lado”, afirmou.

“Não se trata de vingança. Nunca deveria se tratar de vingança. Trata-se de fazer cumprir o Estado de Direito e, acima de tudo, de atender às necessidades da população americana.”

Sair da versão mobile