O Sindicato dos Jornalistas Palestinos afirmou na terça-feira que Israel cometeu 53 violações contra seus membros durante o mês de março, incluindo duas mortes.
O Comitê de Liberdades do Sindicato declarou em um comunicado que “documentou um total de 53 crimes e violações” contra jornalistas palestinos pelas forças israelenses. Entre eles, duas mortes, 12 casos de detenção ou impedimento de cobertura jornalística, oito incidentes de ataques diretos com gás lacrimogêneo e granadas de efeito moral e oito casos de agressão física.
O comitê também registrou sete casos de confisco ou destruição de equipamentos jornalísticos, seis prisões, quatro invasões a residências de jornalistas, duas ameaças verbais e dois casos de interrogatório.
Afirmou ainda que os ataques contra jornalistas palestinos, incluindo assassinatos, prisões e agressões físicas, refletem “um padrão crescente de violações graves que configuram crimes hediondos”.
O comunicado acrescentou que os ataques contra jornalistas palestinos, incluindo assassinatos, prisões e agressões físicas, refletem “um padrão crescente de violações graves que configuram crimes hediondos”.
O comitê apelou à comunidade internacional, às Nações Unidas, à Federação Internacional de Jornalistas e a todas as organizações de direitos humanos e de mídia para que tomem “medidas imediatas e práticas” para garantir a proteção dos jornalistas palestinos, iniciem investigações internacionais independentes e responsabilizem os culpados, a fim de pôr fim ao que descreveu como uma política de impunidade.
Segundo dados publicados no site do Sindicato, 260 jornalistas foram mortos e outros 550 ficaram feridos desde o início da guerra em Gaza, em outubro de 2023. O comitê acrescentou que 39 jornalistas permanecem detidos e 150 veículos de comunicação foram destruídos.







