A China se opôs, na quinta-feira, aos novos assentamentos ilegais de Israel e às novas regras destinadas a fortalecer o controle sobre a Cisjordânia ocupada, segundo a mídia estatal.
A China se opôs, na quinta-feira, aos novos assentamentos ilegais de Israel e às novas regras destinadas a fortalecer o controle sobre a Cisjordânia ocupada, de acordo com a mídia estatal.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, afirmou que Gaza e a Cisjordânia são partes “inseparáveis” do território palestino e que a solução de dois Estados é a forma fundamental de resolver a questão palestina, segundo o Global Times.
“A China tem se oposto consistentemente à construção de novos assentamentos no território palestino ocupado e a todas as tentativas de anexar ou invadir o território palestino e de minar a base política da solução de dois Estados”, disse Lin a jornalistas em Pequim.
Ele acrescentou que a situação atual em Gaza permanece extremamente frágil e que as partes envolvidas devem se abster de tomar quaisquer medidas que intensifiquem as contradições e agravem ainda mais as tensões.
Suas declarações foram feitas após o Gabinete de Segurança de Israel aprovar, no domingo, medidas destinadas a expandir a construção de assentamentos ilegais e aumentar o controle de Tel Aviv sobre a Cisjordânia ocupada.
Segundo a mídia israelense, as decisões incluem a revogação de uma lei que proibia a venda de terras na Cisjordânia para colonos israelenses ilegais, a abertura dos registros de propriedade de terras e a transferência da autoridade para emissão de alvarás de construção em um bloco de assentamentos perto de Hebron, de uma municipalidade palestina para a administração civil de Israel.







