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Embaixadora da Noruega no Iraque e na Jordânia renuncia devido a ligações com Epstein

11 de fevereiro de 2026, às 17h20

Mona Juul, Representante Permanente da Noruega nas Nações Unidas, na sede das Nações Unidas em Nova York, 30 de abril de 2019. [EuropaNewswire/Gado/Getty Images]

A embaixadora da Noruega na Jordânia e no Iraque, Mona Juul, renunciou ao cargo após controvérsia relacionada ao caso do criminoso sexual americano Jeffrey Epstein, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores da Noruega.

Em um comunicado divulgado no domingo, o Ministro das Relações Exteriores da Noruega, Espen Barth Eide, afirmou que os contatos de Juul com Epstein revelaram uma “grave falha de julgamento”, acrescentando que sua decisão de renunciar ao cargo foi correta e apropriada.

O ministro disse que a questão dificultou a restauração do nível de confiança necessário para uma posição diplomática tão sensível.

Juul ​​e seu marido, o ex-diplomata norueguês Terje Rød-Larsen, têm sofrido crescente pressão após a divulgação de novos documentos relacionados ao caso Epstein. Epstein foi condenado por crimes sexuais nos Estados Unidos, segundo relatos da mídia.

Reportagens da mídia também indicaram que os nomes dos dois filhos do casal constavam no testamento de Epstein, que estipulava que cada um deveria receber cinco milhões de dólares. O testamento foi assinado pouco antes da morte de Epstein sob custódia.

Em declarações à imprensa norueguesa na semana passada, Juul afirmou ter conhecido Epstein em um evento de cunho diplomático e ressaltou que seu contato com ele foi extremamente limitado. Ela disse lamentar profundamente qualquer contato que tenha tido com ele.

O marido dela, Terje Rød-Larsen, disse que seu relacionamento anterior com Epstein também foi um “grave erro de julgamento”.

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