O destróier americano USS Delbert D. Black atracou no porto israelense de Eilat, na costa do Mar Vermelho, nesta sexta-feira (30), reportou a mídia local.
Segundo o exército de Israel, a “visita fora pré-planejada, como parte da coordenação em curso entre ambas os países”. A força ocupante insistiu que a ancoragem se deu somente como colaboração de rotina, em meio, no entanto, a tensões regionais.
Washington mantém ameaças ao Irã, ao explorar os protestos contra o regime. À crise se somou a designação pela União Europeia da Guarda Revolucionária — destacamento de elite do exército iraniano — como “grupo terrorista”.
Na quinta-feira (29), a rádio militar israelense Kan indicou que um navio americano estaria prestes a aportar em Eilat, diante da conjuntura regional. Outras ações, seguiu o informe, incluíram reforço naval e elevada prontidão de defesa.
Nesta semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vangloriou-se de enviar uma “imensa armada” ao Oriente Médio, ao ameaçar novamente Teerã, para capitular “à mesa de negociações”.
Oficiais iranianos rejeitam o diálogo sob coação e alertam que um novo ataque americano teria uma réplica “rápida e abrangente”.
![Navio da Marinha israelense na costa de Eilat, no Mar Vermelho, em 26 de dezembro de 2023 [Alberto Pizzoli/AFP via Getty Images]](https://www.monitordooriente.com/wp-content/uploads/2026/01/GettyImages-1877326102-scaled-e1721129233943.webp)