Violência colonial mina presença nativa na Cisjordânia, alerta ONU

19 minutos ago

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Protesto contra avanços coloniais israelenses em Jericó, na Cisjordânia ocupada, em 23 de janeiro de 2026 [Wisam Hashlamoun/Agência Anadolu]

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) alertou em nota nesta quarta-feira (28) que a violência colonial israelense segue minando a presença nativa palestina em áreas estratégicas de toda a Cisjordânia ocupada.

Segundo a agência, colonos ilegais conduziram ao menos dez ataques graves entre sexta-feira e domingo — 23 a 25 de janeiro —, conforme noticiado pela agência Safa.

O escritório reafirmou que a transferência compulsória de palestinos na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental ocupadas constituem crime de guerra e lesa-humanidade.

O alerta concluiu ao instar novamente o fim da presença israelense em terras palestinas, ao denunciar também a expansão de assentamentos ilegais.

Estima-se 500 mil colonos ilegais radicados em assentamentos na Cisjordânia, além de 250 mil em Jerusalém. Ataques se intensificaram no contexto do genocídio em Gaza, com 1.109 mortos, 11 mil feridos e 21 mil detidos arbitrariamente.

Em julho de 2024, o Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), em Haia, admitiu a ilegalidade da ocupação, ao instar evacuação imediata de colonos e soldados; contudo, sem ações até então.

LEIA: Ataques de Israel deslocam 818 na Cisjordânia em janeiro, reporta ONU

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