Após quase oito décadas, EUA retiram-se oficialmente da OMS

4 minutos ago

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Sede da OMS em Genebra, Suíça [Fabrice Coffrini/AFP via Getty Images]

Os Estados Unidos concluíram formalmente sua saída da Organização Mundial da Saúde (OMS), ao encerrar 78 anos de filiação, confirmou em nota a Casa Branca, reportou a rede de notícias Anadolu.

A retirada entrou em vigor nesta quinta-feira (22), após aviso prévio de um ano, conforme as diretrizes internacionais.

Em nota conjunta, os secretários de Estado, Marco Rubio, e de Saúde, Robert F. Kennedy, anunciaram a medida, ao alegarem libertar-se de supostas constrições da agência.

Ambos — políticos populistas contrários à vacinação — citaram o que descreveram como fracassos da OMS durante a pandemia de covid-19, sobretudo o surto inicial na cidade de Wuhan, na China. Segundo os oficiais, a agência exerceu uma “agenda politizada”, ao agir contra interesses americanos.

O comunicado confirmou fim de envio de recursos e pessoal a iniciativas da OMS.

Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, lamentou a decisão, ao caracterizar a saída como situação de perda mútua e decisão equivocada.

A OMS foi fundada em 7 de abril de 1948, com Washington entre os membros fundadores. Trump e oficiais anticiência insistem que o fardo americano, em termos de envios à OMS, é maior do que outros países, incluindo China, sem retorno devido.

Em seu segundo mandato, Trump agiu sobre as ameaças de sua presidência inaugural, ao retirar seu país da OMS pouco após assumir posse, em 2025. Sua saída deixa, porém, um calote de US$260 milhões à agência, em violação da lei americana.

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