Os Estados Unidos afirmaram que Israel e Síria concordaram em estabelecer uma célula conjunta de comunicação para coordenar uma série de questões securitárias, sobretudo troca de inteligência e supostos esforços de desescalada.
No mesmo contexto, Israel confirmou realizar conversas de segurança com o lado sírio na capital francesa, Paris. Os encontros foram promovidos e mediados por Washington, com intuito de “discutir formas de aprimorar a estabilidade regional [e] explorar oportunidades de cooperação econômica”.
Em nota, o gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ressaltou que as negociações integram “a visão do presidente Donald Trump para avançar com os esforços de paz [sic] no Oriente Médio”.
Segundo o comunicado, a delegação israelense insistiu na demanda por garantias à segurança de Israel, “para prevenir possíveis ameaças a suas fronteiras”.
A suposta medida ocorre após um ano de invasão israelense a terras do sul na Síria, após a deposição do ex-ditador Bashar al-Assad, e coincide com esforços dos Estados Unidos para reabrir canais de comunicação entre as partes, em tensão há anos.
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