A Ryanair pode não retornar a Israel quando a guerra genocida em Gaza recuar, disse o diretor executivo do grupo, Michael O’Leary, na quinta-feira, afirmando que a companhia aérea estava sendo “enganada” pelas autoridades aeroportuárias locais, informou a Reuters.
“Acho que há uma possibilidade real de que não nos daremos ao trabalho de voltar a Israel… quando a violência atual” recuar, disse O’Leary a jornalistas em Dublin.
A companhia aérea anunciou no início deste verão que não retornaria a Israel antes de 25 de outubro.
O’Leary disse que a Ryanair se opõe ao fato de o Aeroporto Ben Gurion de Tel Aviv cobrar uma tarifa mais alta pelo uso do terminal principal quando o terminal de baixo custo, mais barato, está fechado por motivos de segurança.
“A menos que os israelenses se recomponham e parem de nos enganar, francamente, teremos muito mais crescimento em outras partes da Europa”, disse ele.
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