O Conselho de Segurança das Nações Unidas rejeitou nesta quarta-feira (13) planos das Forças de Suporte Rápido (FSR), em conflito com o exército regular do Sudão, para impor um governo paralelo nas áreas sob seu controle.
Segundo comunicado, a medida arriscaria a integridade do país, bem como deterioração da guerra civil, ao “reafirmar inequivocamente” seu compromisso com a soberania, união e independência sudanesa.
De acordo com o alerta, tais passos “ameaçariam não apenas o futuro do Sudão, como a paz e estabilidade em toda a região”.
O plenário de 15 membros insistiu que o anúncio das forças paramilitares arrisca também “fragmentar o país e piorar a situação humanitária já bastante precária”.
O Sudão mergulhou em conflito em abril de 2023, após tensões entre aliados do golpe de Estado, militares e paramilitares, desde a capital Cartum a todo o território, sobretudo as províncias de Darfur.
Agências da ONU estimam cerca de 40 mil mortos e 13 milhões de deslocados, muitos dos quais assolados pela fome.
LEIA: Forças paramilitares do Sudão matam 40 refugiados em Darfur
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