O governo no Sudão acusou os Emirados Árabes Unidos (EAU) de enviarem mercenários para combater ao lado das Forças de Suporte Rápido (FSR), contra o exército regular, na guerra civil em curso desde abril de 2023.
Os Emirados, no entanto, negam envolvimento.
Em nota, o Ministério de Relações Exteriores do Sudão alegou possuir “provas conclusivas” da presença de mercenários colombianos e de países vizinhos, mediante investimento e apoio emiradense.
Segundo a pasta, “este fenômeno sem precedentes impõe grave ameaça à paz e segurança na região e em todo o continente”.
A chancelaria em Abu Dhabi, em e-mail à rede Associated Press (AP), “rejeitou categoricamente todas as alegações”, ao negar ingerência no conflito.
LEIA: Cólera mata 80, infecta mais de dois mil em Darfur, no Sudão, reporta Unicef
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- 1 em cada 5 amputados em Gaza é criança, alerta ONU em meio à crise de próteses
- Hamas condena repressão israelense contra prisioneiras na prisão de Damon e pede ação internacional
- Irã, a crise do poder dos EUA e o fim da narrativa imperial
- Lula publica post cobrando libertação de Thiago Ávila e Abu Keshk
- Aoun afirma que negociações com Israel continuarão e descarta encontro com Netanyahu por ora
- Preços do gás natural na Europa sobem mais de 8% em meio a tensões sobre o fechamento do Estreito de Ormuz
- Os EUA gastaram US$ 25 bilhões na guerra contra o Irã enquanto o Pentágono busca orçamento de US$ 1,5 trilhão
- O sionismo como engrenagem global de dominação
- Trump rejeita proposta iraniana de abrir o Estreito de Ormuz até que preocupações nucleares sejam atendidas
- ONU diz que tráfego de navios pelo Estreito de Ormuz cai 95%






