Israel mantém detidos ao menos 24 médicos de Gaza, em condições humanitárias extremamente precárias, alertou neste domingo (3) o Centro Palestino para Defesa dos Prisioneiros, organização de direitos humanos.
Segundo comunicado, o exército da ocupação israelense impôs abusos hediondos, sistemáticos e deliberados contra os médicos encarcerados, resultando em ao menos dois óbitos: Adnan al-Barsh e Iyad al-Rantisi.
A nota instou a Organização Mundial da Saúde (OMS) e outras agências das Nações Unidas a operarem com urgência e diligência para assegurar a soltura dos trabalhadores de saúde.
O alerta ressaltou sucessivos relatórios das Nações Unidas e ongs de direitos humanos, como Médicos por Direitos Humanos e Human Rights Watch (HRW), que documentaram abusos, tortura e violência psicológica aos médicos aprisionados.
Conforme dados compilados pela organização, ao menos 400 profissionais palestinos do setor de saúde, incluindo médicos, enfermeiros, gestores e técnicos, foram sequestrados por forças israelenses de outubro de 2023 a julho de 2025.
Nenhum dos médicos sequer foi indiciado — reféns, por definição.
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