O Irã deteve ao menos 700 pessoas durante os últimos 12 dias de conflito sob suspeita de espionar para Israel, reportou a imprensa local.
A agência Mizan, filiada ao judiciário, confirmou que três indivíduos foram executados na quarta-feira após serem condenados por espionagem em nome do serviço secreto israelense Mossad, bem como tráfico de armas usadas em assassinatos.
Segundo as informações, os itens contrabandeados foram empregues na morte de um cidadão não-identificado — sem detalhes.
O Irã já realizou outras execuções por colaboração com o Mossad ou facilitação de suas operações de terrorismo no país. Acusações vão de assassinar cientistas a participar de sabotagem contra o programa nuclear iraniano.
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