“Temos de dizer a verdade. A volta dos reféns não é o mais importante”, disse ministro das Finanças israelense, Bezalel Smotrich. Nas suas impactantes declarações, ele afirmou nesta segunda-feira que o resgate dos israelenses mantidos como prisioneiros pelo Hamas é obviamente importante, mas não o mais importante, reforça.
“Se queremos destruir o Hamas para que não volte a acontecer outro 7 de Outubro, então temos de entender que não pode haver uma situação em que o Hamas continua em Gaza.”
A declaração foi dada à da Rádio Galey Israel. Mais tarde, ele voltou a falar do assunto ao Channel 2 de TV israelense, dizendo que “ o retorno só vai acontecer depois de termos destruído o Hamas. Assim que o Hamas se render, que seus líderes tenham partido para o para o exílio, e que o grupo se desarme, então teremos os reféns de volta”, declarou, sem explicar como destruiriam o Hamas sem o risco de matar os israelenses que estão nas mãos do grupo.
LEIA: Uma em cada dez bombas lançadas na Faixa de Gaza não explodiu, diz ONU
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Entre elefantes e pássaros: A ilusão da invencibilidade imperial
- Conselho de Paz de Trump dará ao Hamas um ultimato de dois meses para desarmar-se, diz ministro das Finanças israelense.
- Centenas de ex-funcionários da União Europeia pedem ação enérgica contra Israel
- Conferência Popular pede apoio à UNRWA e à resiliência dos campos de refugiados no exterior
- Lapid quer lei declarando o Catar um Estado inimigo
- Flavio Bolsonaro no Muro das Lamentações pede ‘libertação do Brasil’
- Brasil condiciona entrada no ‘Conselho de Paz’ a foco em Gaza e assento palestino
- Em Jerusalém, Flávio Bolsonaro ataca Lula e reforça laços com Netanyahu
- Trump e a Venezuela: Treze vezes que os EUA impuseram mudanças de regime
- Reabrir Rafah não significa permitir entrada de jornalistas, afirma Israel






