O Ministério da Saúde Palestino em Gaza anunciou que mais de 300 profissionais de saúde foram detidos em prisões israelenses desde o início da agressão em andamento na Faixa, informou a Quds Press citando uma declaração emitida pelo ministério.
“Com a passagem de um ano desde o genocídio na Faixa de Gaza, mais de 300 profissionais de saúde foram presos em prisões israelenses”, disse o ministério em sua declaração.
No ano passado, as forças de ocupação israelenses, apoiadas pelos Estados Unidos e pela Europa, continuaram sua agressão na Faixa de Gaza. Aviões de guerra israelenses alvejaram hospitais, prédios, torres residenciais e casas, destruindo-os sobre as cabeças de seus habitantes enquanto bloqueavam o acesso a água, alimentos, remédios e combustível.
De acordo com dados das Nações Unidas, o ataque israelense em andamento a Gaza resultou na morte de mais de 41.900 palestinos, com mais de 97.300 feridos. Cerca de 90% da população foi deslocada, muitos até dez vezes.
LEIA: Investigação da Al Jazeera expõe “crimes de guerra” israelenses em Gaza
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