Um programa de remoção tão grande, explicou a agência, precisará de mais de 100 caminhões e custará mais de US$ 500 milhões. A agência alertou que os detritos representam uma “ameaça mortal” para os residentes da Faixa de Gaza devido à possível presença de “munições não detonadas e substâncias nocivas”.
Desde 7 de outubro do ano passado, Israel tem travado uma guerra devastadora contra os palestinos em Gaza com o apoio dos EUA. O estado de ocupação matou 39.000 pessoas e feriu pelo menos 90.000, a maioria delas crianças e mulheres. Os dados porém são incertos dada a dificuldade de localizar, resgatar e identificar milhares de corpos de palestinos mortos por Israel.
LEIA: UNRWA diz que há 330.000 toneladas de lixo acumuladas em áreas residenciais de Gaza
Estima-se que 10.000 palestinos permanecem desaparecidos, supostamente mortos, sob os escombros de suas casas destruídas pelos israelenses, que também destruíram infraestruturas civis essenciais e criaram condições de fome que já ceifaram a vida de dezenas de crianças que morreram de fome.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Novos ataques israelenses atingem o sul do Líbano, apesar de ‘cessar-fogo’
- Israel mata ao menos 37 em Gaza, em novas violações do cessar-fogo
- Blog A neutralidade põe em risco organizações assistenciais
- Albaneses protestam contra visita de seu primeiro-ministro a Israel
- Ong egípcia alerta contra controle militar sobre o setor pesqueiro
- Líbia atinge maior índice de produção de petróleo em 12 anos, em 2025
- Apagão de internet no Irã causa perdas diárias de US$20 milhões
- Polícia prende cem durante ato pró-Palestina em frente a cadeia de Londres
- ‘Conselho da Paz’: Uma ONU paralela sob hegemonia absoluta dos EUA
- Egito rejeita demandas de Israel sobre abertura de Rafah; acordo segue suspenso






