O gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que o seu governo rejeitou por unanimidade uma resolução emitida pela Assembleia Geral da ONU que apoiava tornar a Palestina um membro de pleno direito da ONU. E que a resolução não servirá de base para futuras negociações, não alterará o estatuto dos territórios disputados e não concederá quaisquer direitos à Autoridade Palestina (AP).
O primeiro-ministro israelense acrescentou que o seu governo não permitirá a criação de um “Estado terrorista”, como se nao estivesse praticando terrorismo de Estado.
Ele acrescentou que Israel não oferecerá quaisquer recompensas à Palestina após os acontecimentos de 7 de Outubro do ano passado.
Em 10 de Maio, a Assembleia Geral da ONU adotou uma resolução apelando ao Conselho de Segurança da ONU para reconsiderar a possibilidade de a Palestina se tornar membro de pleno direito do organismo internacional. A Palestina é atualmente um Estado observador não membro.
LEIA: Por que o apoio do Ocidente a Israel não é uma exceção?
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