Dois outros jornalistas palestinos foram mortos por bombardeios israelenses à Faixa de Gaza na segunda-feira (29), elevando o número de baixas entre profissionais de imprensa a 122 vítimas desde 7 de outubro, reportou a agência de notícias Wafa.
Aviões israelenses alvejaram a casa do jornalista Isam al-Lulu na aldeia de al-Zawayda, no centro de Gaza, matando o repórter junto de sua esposa e seus dois filhos.
Abdul-Fattah Atallah, do escritório de imprensa Al-Resala, também foi morto em sua residência no enclave, segundo o gabinete de imprensa do governo local.
LEIA: Assassinatos e restrições a jornalistas revelam o que Israel quer esconder
Israel mantém ataques a Gaza desde 7 de outubro, deixando 26.750 mortos e 65.636 feridos — em maioria, mulheres e crianças. Estima-se dez mil desaparecidos sob os escombros.
Nas últimas 24 horas, foram 114 palestinos e 249 feridos, reportou o Ministério da Saúde.
As ações israelenses são punição coletiva, crime de guerra e genocídio.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- A linguagem da mídia como arma de guerra
- O que significa exatamente “ligado ao Irã”?
- Israel prendeu 1.700 crianças palestinas na Cisjordânia desde outubro de 2023
- Irã alerta que bloqueio dos EUA é um ato vingativo que prejudica os Estados Unidos e a economia global
- Europa tentará reabrir o Estreito de Ormuz sem os EUA
- Líbano declara quinta-feira dia de luto nacional após ataques aéreos israelenses
- Enviado da ONU se reúne com altos funcionários e visita locais civis danificados por ataques aéreos em Teerã
- Trump, Hegseth e a Linguagem dos Crimes de Guerra
- Gabinete de Segurança de Israel aprova “secretamente” 34 assentamentos ilegais na Cisjordânia ocupada
- Líder supremo do Irã promete ‘nova fase’ na gestão de Hormuz e exige indenização de guerra






