[videopress aJfSPKx3 hd=”true” permalink=”false”]
Um médico de Gaza soube que seu filho de sete anos estava desaparecido, sob bombardeios israelenses a áreas civis. Junto da família, o médico organizou a busca, quando um jornalista reconheceu a descrição da criança após retirá-la dos escombros e levá-la ao hospital. O caso devastou os familiares da criança.
Mais de 1.500 crianças foram mortas em Gaza desde o início dos bombardeios israelenses ao território sitiado, em 7 de outubro de 2023, em retaliação a uma ação de resistência do movimento Hamas. Muitos dos mortos pela agressão israelense, removidos dos destroços, foram sepultados em valas comuns, à espera de identificação, devido à falta de eletricidade e ao enorme volume de baixas, à medida que os hospitais e necrotérios entram em colapso.
LEIA: Poeta feminista palestina morre aos 32 anos durante bombardeio em Gaza
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Tendências
- Israel coloca diretor do Hospital Kamal Adwan, Dr. Hussam Abu Safiya, em confinamento solitário
- As Relações entre Mercosul e os Maiores Países do GCC: Uma Análise do Padrão de Investimento
- Retorno contínuo: Mapeando a memória e as histórias da Palestina
- Irã ameaça suspender negociações com os EUA se ataques israelenses ao Líbano continuarem
- Presidente da Colômbia compara ocupação israelense ao regime nazista e provoca reação de Israel






