O pesquisador de direitos ítalo-egípcio, Patrick Zaki, foi libertado hoje depois que o presidente egípcio Abdel Fattah Al-Sisi emitiu um perdão presidencial para ele e Mohamed El-Baqer, um advogado que representava o ativista detido Alaa Abdel Fattah.
A libertação de Zaki ocorre após uma batalha de três anos que o levou a entrar e sair da detenção, de acordo com Hossam Bahgat, diretor da Iniciativa Egípcia pelos Direitos Pessoais (EIPR).
Na terça-feira, Zaki foi condenado a três anos de prisão por um tribunal de emergência sob a acusação de publicar notícias falsas em um artigo que escreveu sobre a situação dos cristãos egípcios.
Em uma postagem de vídeo no Twitter, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, disse que Zaki deve voltar à Itália amanhã e desejou-lhe uma vida pacífica e bem-sucedida.
El-Baqer ainda não foi libertado, apesar de também ter recebido perdão. Ativistas pediram que ele também fosse libertado hoje, seu aniversário.
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