Os Estados Unidos planejam instalar uma nova base regional da Agência Central de Inteligência (CIA) em Beirute, capital do Líbano, dentro de um amplo complexo de embaixadas, a ser construído em uma área de 93.000 m², revelaram fontes nesta segunda-feira (29).
O complexo, estimado em US$1 bilhão, deve incluir galerias de artes, clínicas, piscina, torres residenciais e um centro de coleta de dados, reportou o website Intelligence Online.
Segundo os relatos, Washington considera o Líbano um local seguro e estratégico para agentes de inteligência. Além disso, deseja se beneficiar de sua parceria com a unidade de inteligência do exército libanês (B2).
Conforme o website francês, o financiamento americano ao exército libanês inclui uma cláusula que confere acesso irrestrito da Agência de Inteligência de Defesa dos Estados Unidos (DIA) sobre dados coletados pelas forças locais.
ASSISTA: Crise inflacionária no Líbano se aprofunda, moeda desvaloriza em 90%
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Irã endurece posição nas negociações em meio à crescente desconfiança em relação aos EUA
- Comandante iraniano diz que Trump busca saída da guerra após tropeços
- Conversas, depois bombas: Washington está ensaiando a mesma armadilha com o Irã?
- Comissão do Knesset aprova projeto de lei que legaliza a pena de morte para palestinos
- Fornecimento de gás iraniano para o Iraque é interrompido após ataque às instalações de gás de South Pars
- Trump e Hegseth não conseguem definir a verdade sobre a guerra EUA-Israel contra o Irã
- Irã diz que mais de 200 menores foram mortos e 1.401 ficaram feridos em ataques EUA-Israel desde 28 de fevereiro.
- Manifestantes pedem que universidade de Bruxelas rompa parceria com empresa israelense ligada à defesa
- Parlamento iraniano considera impor taxas para “passagem segura” pelo Estreito de Ormuz






