O Brasil voltou ao cenário internacional. Não foram apenas as manifestações de otimismo vindas de inúmeros países em relação ao futuro, mas também o reconhecimento de um passado de políticas e ações brasileiras conduzidas pelo governo brasileiro, seja no Itamaraty seja na relação com a floresta e os povos indígenas.
Esse legado, em contraste com a destruição ambiental promovida pelo governo de Jair Bolsonaro, que agora termina, justificou o convite feito a Lula antes mesmo da posse para estar no Egito, na Conferência do Clima (a COP 27), iniciada dia 6. Também há otimismo em relação à integração da América Latina e as relações com o Oriente Médio.
Para falar sobre essas perspectivas, MEMO conversa nesta sexta-feira (11), com o jornalista e professor de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp) e da Universidade de São Paulo (USP), Luiz Alberto Farias. A entrevista será conduzida pelo colaborador do MEMO, Lucas Siqueira, prometendo de 40 a 60 minutos de um diálogo oportuno e instigante.
A live será transmitida pelos canais do MEMO.
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- ‘Maior crise do mundo’: Unicef estima 9.5 milhão de deslocados no Sudão
- Pobreza atinge quase dois milhões em Israel, confirma relatório interno
- Europa decide designar Guarda Revolucionária do Irã como ‘terrorista’
- Agência de imigração dos EUA usa spyware israelense para rastrear vítimas
- Blog Fortalecer as Nações Unidas? Mas para quê?
- Após quase oito décadas, EUA retiram-se oficialmente da OMS
- O Conselho de Paz e a economia da ocupação
- Demolições em Jerusalém refletem investida de Israel à ONU, aponta Albanese
- Toques de recolher e pogroms israelenses agravam pressão na Cisjordânia
- Líbia atinge maior índice de produção de petróleo em 12 anos, em 2025






