O governo militar do Chade firmou um acordo de paz com mais de 40 grupos de oposição para conduzir conversas conciliatórias e abrir caminho para eleições à presidência, a partir de 20 de agosto. Segundo informações da agência Reuters, o pacto foi assinado no Catar.
A Frente por Mudança e Consenso no Chade (FACT) – principal grupo rebelde – confirmou, no entanto, sua ausência dentre os signatários, apesar de esforços de última hora de mediadores catarianos para conseguir sua anuência.
Em nota divulgada em Doha antes da assinatura do acordo, a FACT declarou “repudiar o acordo a ser apresentado às partes nesta segunda-feira (8)”.
O Chade permanece instável desde sua independência em 1960; a potencial aproximação entre as partes é vista por agentes externos como essencial para obter um aliado estratégico e conter grupos paramilitares que agem na região.
A assinatura do pacto no Catar fortalece ainda a posição do Golfo como novo centro de negociações de paz.
LEIA: Grupo de ajuda turco inaugura poço no Chade com o nome de Shireen Abu Akleh
Salvo expresso no artigo acima, este conteúdo do Middle East Monitor está licenciado sob Atribuição Internacional Não-Comercial de Livre Compartilhamento Creative Commons 4.0. Caso as imagens tenham nosso crédito, esta licença também se aplica a elas. O que isso significa? Para permissões além do escopo desta licença, entre em contato conosco.
Detectou um erro nesta página? Informe-nos
Últimas notícias
Ver tudo-
Assine nossa newsletter
Postagens relacionadas
Tendências
- Exército israelense prende 16 mulheres palestinas em incursões na Cisjordânia
- Rússia condena o assassinato do chefe de segurança de Teerã e de autoridades iranianas .
- Emirados Árabes Unidos alertam que atacar instalações de energia iranianas é uma “escalada perigosa”
- Trump sugere “acabar com o que restou” do Irã
- Trump e Hegseth não conseguem definir a verdade sobre a guerra EUA-Israel contra o Irã
- Chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
- Trump alerta que a OTAN enfrenta um “futuro muito ruim” se aliados se recusarem a apoiar a guerra dos EUA contra o Irã
- Economias do Golfo correm o risco da pior recessão desde a década de 1990 se a guerra com o Irã se prolongar
- Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alerta indústrias ligadas aos EUA na região para evacuarem devido a possíveis ataques
- Polônia critica Trump por enquadrar a OTAN como “eles” na disputa do Golfo






