Os Estados Unidos reconheceram nesta segunda-feira (2) não ter “confirmação genética” sobre o corpo de Ayman al-Zawahiri – líder do grupo terrorista al-Qaeda –, supostamente abatido por um ataque a drone na cidade de Cabul, capital do Afeganistão, no último domingo (1°).
“Não temos confirmação genética, mas não precisamos”, reiterou John Kirby, porta-voz da Casa Branca a jornalistas. Conforme o porta-voz, o estado americano tem “confirmação visual”, além de outras fontes. Kirby insistiu que resta “pouca presença da al-Qaeda no Afeganistão”.
O Presidente dos Estados Unidos Joe Biden confirmou ontem a morte de al-Zawahiri, durante um ataque de suas tropas em solo afegão, no fim de semana.
O médico egípcio se tornou um dos homens mais procurados do mundo, acusado de arquitetar os ataques de 11 de setembro contra o World Trade Centre e o Pentágono.
Al-Zawahiri assumiu a liderança da al-Qaeda após a morte de Osama bin Laden no Paquistão, em 2011. Washington ofereceu US$25 milhões como recompensa por informações sobre seu paradeiro.
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